Hoje de manhã presenciei uma cena interessante.
Tudo começou quando o professor (também diretor do colégio) indagou ao meu colega de classe:
---Rafael, postura! Finge que você está interessado na aula!
imediatamente, o aluno se ajeitou na carteira. Alguns minutos depois Rafael transparecía novamente o seu desprezo pelo assunto narrado em sala, então:
---Rafael, já falei pra você que eu não quero te ver com essa cara de sono. Você tem pescoço, tira a mão de baixo do queixo!
---Qual é o problema d'eu apoiar minha cabeça na mnha mão? não tô desrespeitando a sua aula, não tô conversando, nem dormindo.
---Não interessa, não quero te ver com essa cara e pronto acabou. E você não responda, quem dá a última palavra sou eu. Se quiser permanecer em sala obedeça.
Rafael, enfurecido, se levanta, e no caminho à porta é questionado:
---Você acha que está tomando a atitude correta?
E novamente outra discussão orgulho vs. vaidade se inicia, desta vez fora da sala de aula
Como ele, ja tive muitos problemas com esse professor.
Não é que eu tenha dificuldade de aceitar regras ou imposições de uma "autoridade" ( até tenho, mas não vem ao caso).
A questão é que não me conformo com a maneira com que esse profissional lida com a sua.
Quando o sujeito diz essa frase:"quem dá a última palavra sou eu", pra mim, já perdeu a discussão.
Se o único argumento que tem a utilizar a seu favor é a suposta autoridade que lhe foi concebida, é melhor não discutir.
Faça-me um favor...
realmente , esse nosso "educador" precisa rever alguns valores e parar pra pensar que ele não é melhor do que ninguém pra dar a última palavra !
ResponderExcluirmas comentando o texto , ta muito bom hein rodrigo , assim como os outros ! ja sou sua seguidoraa
bjss